terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Escândalo Madoff


Lista de bancos afectados por escândalo Madoff não pára de aumentar.


"Bancos britânicos, suíços, italianos, espanhóis, franceses e japoneses revelaram, esta segunda-feira, ter investimentos nos fundos Madoff, num total de milhares de milhões de dólares.

O último a anunciar possíveis perdas com a fraude foi o banco holandês Fortis, que admite perder cerca de mil milhões de euros nesta gigante burla financeira.

Também o Dexia anunciou ter perdido mais de 85 mil milhões de euros, sendo que os clientes mais ricos do banco franco-belga poderão ser lesados em 78 milhões de euros.

No total, os bancos europeus enfrentam perdas superiores a 12 mil milhões de euros, com a maior fatia a pertencer aos pequenos bancos privados da Suiça, que podem ter sido lesados em cinco mil milhões de euros.

Na vizinha Espanha, as perdas rondam os quase 2500 milhões de euros, sendo que nove fundos de pensão e três seguradoras estão também expostas à fraude.

Das instituições que estão no mercado português, só o grupo Santander revelou ter exposição directa e de clientes a fundos de Bernard Madoff. O banco admitiu ter investido 17 milhões de euros em produtos Madoff.

A exposição do sistema bancário português a esta fraude está ainda a ser avaliada pelo Banco de Portugal e pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Bernard Madoff, antigo presidente do Nasdaq, é acusado de uma das maiores fraudes financeiras de sempre nos Estados Unidos, nomeadamente um roubo de pelo menos 50 mil milhões de dólares, que está a infectar uma série de bancos a nível global. " ( In http://tsf.sapo.pt , 15-12-2008)


A questão que se coloca neste momento, poderá ser, não obstante da importância de outras, qual a margem de retoma de confiança que possuímos neste momento, depois desta "bomba"? Será esta crise apenas de carácter económico-financeiro? Ou, porventura, estará a afectar, também, o panorama social global?

Muitos Economistas comentam, tecem as suas opiniões que, infelizmente, considero algo supérfulas. Afirmo isto apenas por duas ordens de razão: Como restaurar, definitivamente, a confiança, já outrora perdida, nos grandes monopólios economicistas? Que medidas empreendedoras serão mais importantes, fulcrais e necessárias implementar para retomar o crescimento Económico-Social a nível internacional? As ideias já estão a começar a aparecer. O grande problema é o tempo que demorará a colocar em prática mais o tempo que demorará a surtir efeitos. É com pesar que afirmo que ainda estamos muito longe de retomar a estabilidade.

Um bem Haja!

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Momentos.



Nem sempre tudo corre como idealizamos.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

União Europeia : Futuro demagogo?


União, Igualdade, Multiculturalidade, Inovação.


Símbolos e objectivos de uma Europa com várias finalidades centrada num grande proposto. É desta forma que se torna necessário implementar novamente o conceito de união que, indiscutivelmente, vai-se desvanecendo a cada dia. Vivemos em tempos de crise. Não só as de carácter económico-financeiro e ambiental, mas também, e de relevante importância, a social. Com a questão do alargamento, esta problemática necessita, obrigatoriamente, de ser discutida a nível profundo. Especula-se a adesão de países de cultura não-ocidental, nomeadamente a Turquia, aos já 27 estados membros. Na minha óptica, considero negativa.
Avaliando esta futura adesão em termos económicos, sem dúvida que será produtiva e benéfica a curto-médio prazo. A UE beneficiará de maior poder económico a nível internacional, nomeadamente quanto á política externa. O fenómeno globalização evoluirá de patamar, melhorando a cooperação e interdependência económica, quando avaliada de acordo com a dimensão do mercado, isto é, de forma a permitir a sustentabilidade de determinadas opções, outrora sem sentido em mercados de pequena dimensão. Objectivando, o mercado tornar-se-á ainda mais amplo e global com esta adesão.
Em termos sociais, a questão é outra. É necessário discutir, como referido acima, mais profundamente esta problemática. Avaliando por este prisma, conseguirá a Turquia estar no patamar dos países Ocidentais? Conseguirá acompanhar o ritmo de crescimento social dos Estados-Membros? Socialmente, globalizar-se-á, uma vez que é abrangida por outra etnia completamente adversa á nossa? Evoluirá suficientemente a nível de mentalidade? São algumas questões pertinentes de necessária reflexão. Organizando todas estas questões, posso afirmar que, infelizmente, o factor social suprirá o factor económico. É necessária uma mudança extrema de mentalidade e ideais que, ao longo do tempo, por muito que tentem, será inatingível. Não se mudam mentalidades já enraizadas. É necessário aplicar objectivamente o conceito open mind afim de interiorizarmos a real definição de progresso.

Tenho a noção que a minha opinião difere de algumas mas não poderia não a colocar.

Um bem haja.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Criticar, Julgar e Implementar.


É fácil criticar alguém. Bastam apenas algumas decisões menos conseguidas e assiste-se a uma panóplia de críticas curiosamente limitadas a nível intelectual. Julgar? Termo básico utilizado em política activa.

É deveras curioso e de certa forma interessante, observar os diferentes tipos de comportamento utilizados pelos órgãos governamentais. Se existe uma proposta de carácter inovador a esse organismo, esta é imediatamente rejeitada, sem sofrer qualquer tipo de avaliação sobre o seu teor. E porquê? Porque esse órgão não admite que possam existir propostas credíveis além das dele, considerando as da dita "oposição" incoerentes e infundadas.

Vivemos numa era teoricamente democrática. Considero teórica uma vez que, infelizmente, certos ideais democráticos não se aplicam devidamente a nível nacional e internacional, assistindo-se cada vez mais a ideais de soberania implementados por estes mesmos órgãos. Neste tipo de comportamento, a crítica não influencia de forma alguma as decisões tomadas pelos órgãos governamentais, por mais absurda e incoerente que estas possam ser. É este o conceito de Democracia?, questiono.

É tempo de reflectir. É tempo de criticar e julgar os actos cometidos pelos mentalmente indígenas da nossa sociedade. É, por fim, tempo de implementar o real conceito de Democracia na nossa estrutura governamental.

Um bem haja.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

O nosso 25 de Abril.


Não poderia não colocar aqui a minha opinião sobre o nosso passado e o nosso futuro, caros leitores.

Primeiramente, não saber, por parte da juventude Portuguesa o que foi este dia, deixa-me constrangido e triste. Não saber a importância desta revolução, desta nova viragem, da passagem do regime ditatorial para o regime democrático, coloca Portugal na retaguarda política. Retaguarda essa preocupante. O futuro começa hoje meus caros, mas ele é questionável. O que vai ser do país sem os jovens cultos, ambiciosos e visionários? Assim, afirmo, com segurança, que somos o país democrático mais inculto e desinteressado por parte dos jovens.
Como disse o nosso presidente da República, Aníbal Cavaco Silva,na sessão comemorativa do 25 de Abril, este apenas faz sentido se olharmos para o futuro.

Felizmente sou jovem, e "percebo da coisa", como dizem alguns.

Despeço-me com um verso,

"Heróis do mar, nobre povo".

Um dia, voltaremos a dignifica-lo.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Outra visão.

Diariamente confrontamos-nos com as mais diversas opiniões e críticas em relação ao governo vigente. Críticas essas, que nos revelam, sem dúvida alguma, a fraca capacidade de avaliação política da nossa população. Consequência, infelizmente, devido á "podridão" da nossa oposição mentalmente indígena que, sem conseguir encontrar soluções viáveis para os temas debatidos em assembleia geral, utilizam a sub-desenvolvida inteligência dos Portugueses para conseguir os tais votos ambicionados.

Pergunto-me para onde nos levam estes ideais. Questiono-me se é com esta oposição retrógrada que conseguiremos evoluir rumo a um porto seguro, forte e sustentável. Questiono-me como é possível tal falta de ambição, de carácter e de visão omitir opiniões perante um líder forte, coeso e visionário como este.

Cidadãos, critiquem também mas, construtivamente e não inutilmente.