sexta-feira, 25 de abril de 2008

O nosso 25 de Abril.


Não poderia não colocar aqui a minha opinião sobre o nosso passado e o nosso futuro, caros leitores.

Primeiramente, não saber, por parte da juventude Portuguesa o que foi este dia, deixa-me constrangido e triste. Não saber a importância desta revolução, desta nova viragem, da passagem do regime ditatorial para o regime democrático, coloca Portugal na retaguarda política. Retaguarda essa preocupante. O futuro começa hoje meus caros, mas ele é questionável. O que vai ser do país sem os jovens cultos, ambiciosos e visionários? Assim, afirmo, com segurança, que somos o país democrático mais inculto e desinteressado por parte dos jovens.
Como disse o nosso presidente da República, Aníbal Cavaco Silva,na sessão comemorativa do 25 de Abril, este apenas faz sentido se olharmos para o futuro.

Felizmente sou jovem, e "percebo da coisa", como dizem alguns.

Despeço-me com um verso,

"Heróis do mar, nobre povo".

Um dia, voltaremos a dignifica-lo.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Outra visão.

Diariamente confrontamos-nos com as mais diversas opiniões e críticas em relação ao governo vigente. Críticas essas, que nos revelam, sem dúvida alguma, a fraca capacidade de avaliação política da nossa população. Consequência, infelizmente, devido á "podridão" da nossa oposição mentalmente indígena que, sem conseguir encontrar soluções viáveis para os temas debatidos em assembleia geral, utilizam a sub-desenvolvida inteligência dos Portugueses para conseguir os tais votos ambicionados.

Pergunto-me para onde nos levam estes ideais. Questiono-me se é com esta oposição retrógrada que conseguiremos evoluir rumo a um porto seguro, forte e sustentável. Questiono-me como é possível tal falta de ambição, de carácter e de visão omitir opiniões perante um líder forte, coeso e visionário como este.

Cidadãos, critiquem também mas, construtivamente e não inutilmente.