domingo, 27 de dezembro de 2009

A era da Superficialidade.


Num contexto Económico-Social, a retoma dos índices de confiança, outrora existentes, encontram-se em pleno horizonte abstracto. É, sem qualquer margem para dúvida, a minha principal previsão para o ano de 2010.

Sintetizando, dentro deste panorama, é notório que estamos muito longe dos índices de confiança desejados. Serviram os planos anti-crise para atenuar este mas não para o salvar. A grande questão é a enormíssima dificuldade de encontrar mecanismos certos e viáveis para a solução desta. E esses mecanismos não passam por adoptar políticas retrógradas mas sim adoptar mix de ideologias.

Deste mix de ideologias, passa-se para o actual estado da legislatura em Portugal. Assiste-se a uma teimosia desproporcional, ou seja, a cada partido seguir unicamente o seu tom de base ideológico sem sequer ouvir, aceitar, mas fundamentalmente respeitar qualquer outra entidade partidária. E, na minha opinião, o órgão Governamental não deve ser portador de toda a culpa. A oposição necessita de adoptar discursos menos clichés que, em vez de ambicionar estabilidade governativa e consequentemente Nacional, decide contrariar como se um jogo se tratasse.

A problemática não se alicerça em ser Socialista/Social-democrata/Extremista. A problemática encontra-se na postura de No Dialogue. Isto acontece quando os representantes na assembleia revelam deficiências intelectuais. Agora multiplicando isto por milhares na escala global, encontramos o epicentro do problema.

A minha opinião base, relativamente à diminuta desenvoltura intelectual dos dirigentes partidários alicerça-se no populismo criado. Este mesmo interage directamente com a mentalidade nacional existente. O populismo existe muito por culpa dos cidadãos portugueses que preferem a boa imagem social á competência. E enquanto as gerações actuais e as vindouras viverem na era da informação mas não a qualificada, o espelho continuará a ser o mesmo. É por este motivo que neste momento PS e PSD estão juntos nesta caminhada, a da superficialidade.

Um bem haja,

Marco Dias Rodrigues

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Bastiadores - José Sócrates & Francisco Louçã

Julgo não ser digno de comentários.


Um bem haja,

Marco Dias Rodrigues

sábado, 5 de setembro de 2009


"Liberdade é Crítica"

Marco Dias Rodrigues

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Intervenção na Rádio.

Hoje, Quarta-Feira 2 de Setembro de 2009, farei uma breve intervenção na RCM entre as 19:10h e as 19:20h abordando o conteúdo do blog, objectivos e ambições deste.

O programa será moderado por Joaquim Jorge, fundador do Clube dos Pensadores.

Estão todos convidados a ouvir.

Um bem haja,

Marco Dias Rodrigues

sábado, 13 de junho de 2009

Análise Social.

Um facto conscientemente aceite pela Sociedade desde os tempos primórdios desta, é a diversificação de atitudes e comportamentos mediante a situação presenciada e exigida num momento específico. Com a conjuntura actual, é fulcral a discussão sobre a proporção do impacto da crise Económico-Financeira na questão social. Desde o despontar desta situação que a divisória de pensamentos alicerçou-se a uma perspectiva cada vez mais negativista.


Contextualizando o panorama Económico-Financeiro vigente, desde a sua fase embrionária até á data actual, quais as proporções atingidas a nível Social, quando avaliado o comportamento populacional em extractos individuais?


Indiscutivelmente, a questão é de relevante discussão uma vez que, na minha óptica, apenas com o debate de opiniões relativamente a este assunto, a crise Económico-Financeira que assola a Sociedade Internacional poderá ser ultrapassada.

Efectivamente, e sem qualquer margem para dúvida, esta crise despontou uma realidade já submersa. Desde a confirmação do cenário de crise actual, os índices de desconfiança social revelaram-se e continuam a revelar-se seriamente problemáticos.

Os índices de Confiança são negativos.

Quando afirmo, veementemente, que a confiança assumiu patamares de negatividade, refiro-me concretamente ao tema subordinado á questão 1 que avalia os índices de confiança individual. A população mundial na sua maioria aumentou a sua desconfiança para com os outros, criando divisórias com o objectivo de se salvaguardarem. Exemplificando um caso concreto, poder-se-á abordar o caso dos investidores individuais. Com o “rebentar da bolha especulativa”, in George Soros – O novo paradigma para os mercados financeiros, outrora, as individualidades com grande capacidade de investimento no sector financeiro, retraíram-se e adoptaram medidas contraccionistas e proteccionistas com receio de perderem o seu capital. Associando estas medidas aos consumidores, ou seja, á população habitual, estes começaram a desconfiar das instituições bancárias, originando aglomerados de multidão com o objectivo de retirar as suas poupanças destas. Ademais, os consumidores retraíram-se de tal forma no campo económico, atingindo proporções drásticas para este. Um dos factores negativistas deste campo é o desemprego. Com o aumento substancial deste, a população entrou em colapso intelectual, gerando atritos nos seus seios familiares.

Em tom de conclusão, pode afirmar-se convictamente, que, inicialmente os indícios da crise Económico-Financeira originaram uma relativa desconfiança no sector Social mas aquando da sobrevalorização desta, os índices de confiança Sociais submergiram num “mar outrora inexplorado”, ou seja, provocou uma contracção e uma histotromia inigualáveis, tendo o seu início no campo Financeiro, afectando o sector Económico, influenciando, indiscutivelmente, o Social.


Contextualizando o panorama Económico-Financeiro vigente, desde a sua fase embrionária até á data actual, quais as proporções atingidas a nível Social, quando avaliado o comportamento populacional em extractos colectivos?


Na questão um abordamos a perspectiva individual das relações sociais quando influenciadas pela crise Económico-Financeira. Indubitavelmente, ambos os extractos complementam-se. Considerando a perspectiva individualista, ao existir uma elevada contracção da confiança, ou seja, a menor predisposição de cada indivíduo relacionar-se com outro, então o conceito de grupo sairá altamente prejudicado, independentemente dos seus critérios.

Nota-se, actualmente, uma falta de união atroz. Considerando o panorama actual, é compreensível que a normalidade dos índices de confiança seja menos positivo comparativamente aos ciclos de ascensão económica. Na minha óptica, para contornar os efeitos da crise em que nos encontramos e para rapidamente retomar o rumo da ascensão, é necessário rever os conceitos de confiança e união. Afirmo isto uma vez que, indiscutivelmente, apenas com uma união forte, inovadora e democratizada de todas as Nações, aliada a uma confiança inexorável poderemos limitar o cenário de crise, ambicionando um cenário de prosperidade Económico-Financeira e Social.

Nenhuma Entidade ou Instituição é composta unicamente por individualidades. Todas funcionam num grupo, por mais restrito que possa ser. Esses mesmos necessitam, obrigatoriamente, de ter uma relação assente em pilares de confiança e união com o objectivo de proporcionar o bem-estar, não só individual pessoal e profissional, bem como e não menos fundamental, o da Instituição ou entidade que representa. É fundamental a adopção de medidas deste carácter para suprimir o estado em que a sociedade global atravessa.


Fonte: Social Science Research Solutions, USA (Confiança da população Americana nas instituições. Escala: 0-5)

Em tom de conclusão, pode-se afirmar que existe uma “crise de confiança sem precedentes” que necessita, urgentemente, de ser debatida.

domingo, 7 de junho de 2009


Foi a vontade. Foi a dedicação total aos Portugueses. Foi o espírito vencedor. Foi a enormíssima disponibilidade de todos nós, Sociais Democratas, que originou a vitória do nosso partido. É um orgulho fazer parte desta instituição partidária. É o partido do Futuro, o partido da mudança, o partido da democracia, o partido da liberdade mas, fundamentalmente, o Partido que representa a voz da Família Portuguesa na União Europeia.

E é neste contexto e neste espírito que afirmo a minha total dedicação a esta instituição, segura dos seus ideais e sem nunca os colocar em segundo plano.

Força PSD, força Portugal!


Um bem haja,

Marco Dias Rodrigues

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Obrigado.

Expresso aqui a minha gratidão pelo número simbólico de visitas.

2009


Um bem haja,


Marco Dias Rodrigues.

domingo, 17 de maio de 2009

Os 13 indomáveis candidatos.



É este o futuro da União Europeia? Criar bases de entretenimento para os espectadores?

Questiono-me sobre a qualidade intelectual de alguns candidatos.


Um bem haja,

Marco Dias Rodrigues

segunda-feira, 11 de maio de 2009

PSP obriga mulheres a trabalhar nas folgas.

Agentes penalizadas pelo número insuficiente de mulheres na Polícia.

O Comando da PSP de Coimbra obriga as suas agentes a abdicar das folgas para prestarem serviço sempre que há detidos do sexo feminino. Há mesmo casos de agentes doentes contactadas para se apresentarem ao serviço.

Ainda assim, apesar da explicação dada ao JN, o comando não evita nomear as mulheres para serviços que totalizam 23 horas e 59 minutos, de modo a evitar que, por um minuto, sejam atingidas as 24 horas, e a PSP se veja obrigada a compensar as suas agentes sob outro regime remuneratório.

Segundo uma das agentes, há a agravante de, com base nesta prestação de serviço, as mulheres ficarem impossibilitadas de gozarem o seu descanso como quiserem, já que têm de ficar em casa "à disposição do supervisor operacional" [que as manda chamar em caso de serviço].

"Há aqui, claramente, um regime de escravidão apoiado num regulamento disciplinar e na avaliação de desempenho, para não falar do assédio moral e do temor referencial", disse, ao JN, o elemento, sob anonimato, com receio de represálias. "Quando se reclama desta situação fica-se mal visto e isso tem custos na avaliação de desempenho no final do ano. É comer e calar", acrescenta.

Fontehttp://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1227845

Pessoalmente, sinto-me envergonhado com esta notícia. Sinto que a diferença entre o subdesenvolvimento e o desenvolvimento não é medida apenas em macroescalas, mas também num conjunto de pequenos objectivos a serem cumpridos. Como poderemos autoproclamar que somos um país com um grau de desenvolvimento social e intelectual aceitável quando somos confrontados com notícias deste teor? Como cidadão preocupado no bem estar nacional, sinto-me na obrigação de criticar esta actuação por parte da PSP e culpabilizar directamente o responsável não só local como também Nacional, considerando-a inadmissível.


Um bem haja,

Marco Dias Rodrigues.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Política de Verdade.


Por uma política assente em ideais concretos e sem demagogias, por uma política justa, honesta e credível, o PSD é o espelho da diferença, ousadia e veracidade.

terça-feira, 24 de março de 2009

Universidades Europa


Excepcionalmente brilhante.

É assim que caracterizo as Universidades Europa. Ao longo de um fim de semana, um vasto leque de jovens intelectuais debatem sobre assuntos actuais e fulcrais da agenda da União 
Europeia com vista a alargarem o seu conhecimento sobre os mesmos e, quiçá, apresentarem algumas questões pertinentes.
É com orgulho que afirmo que fui aluno de uma desta Universidade e por isso posso presentear-vos com alguma da experiência vivida. 

Desde que acabou a edição em que fui participante, indiscutivelmente, tornei-me um cidadão muito mais activo relativamente aos mais diversos temas da União europeia, desde a Energia e o Ambiente á questão da segurança e política Económico-Financeiro Internacional. Esta experiência permitiu-me aprofundar muito mais o meu nível de conhecimentos e estabelecer contacto com personalidades com uma experiência neste campo inigualável. Sintetizando, uma vez que se tivesse a oportunidade escreveria muito mais, considero as Universidades Europa como um marco fulcral na formação Político-Internacional que proporciona a todos os participantes um vastíssimo leque de informação, na qual permite aos mesmos reforçar a sua posição sobre esses assuntos, discutir mais pormenorizadamente e realisticamente soluções para combater os aspectos negativos da União Europeia e, fundamentalmente, sensibilizar os jovens para a importância indíscutivel da Política Internacional, o que, infelizmente, é assunto de carácter secundário na agenda de interesses de mais de metade da população jovem.

Um bem haja,

Marco Dias Rodrigues

quarta-feira, 18 de março de 2009

Portugal - 3 destinatários, 3 temas, 3 propostas.

Caros leitores e colaboradores,

Num momento de crise Económico-Financeira e Social que abrange a sociedade internacional, resolvi investir noutro tipo de abordagem. Decidi apresentar algumas propostas visando diferentes temas e destinatários, baseado no exemplo de uma sugestão que a revista Visão nos presenteou.

1 - Propostas de actuação para o Governo e Parlamento

a) Uma ideia para reforçar a liberdade:

A Justiça não se coaduna com os criminosos impunes. É obrigatória uma "lavagem Jurídico-Cerebral" com o objectivo de reforçar a qualidade da justiça Nacional e Internacional de forma a que os resistentes a esta sejam julgados merecidamente.

b) Uma ideia para aprofundar a democracia:

Obrigatoriamente é necessário repensar, reformular e desincentivar críticas supérfluas actualmente utilizadas pelos mais diversos deputados da Assembleia da República, do Parlamento e do Governo vigente. O futuro do país não passa por criticar o próximo mas sim pela apresentação de propostas concretas afim de melhorar o enquadramento deste a nível internacional.

c) Uma ideia para construir uma sociedade mais solidária:

De acordo com o péssimo panorama social actual, torna-se fulcral aumentar o nível de apoio Governamental a nível Financeiro, reestruturando os fundos destinados a este e, indubitavelmente, implementar uma nova e futurista visão baseando-se no optimismo e empreendedorismo social.


2 - Propostas de actuação para os municípios

a) Uma ideia para reforçar a liberdade:

A melhor ideia para reforçar a liberdade por parte dos Municípios baseia-se unicamente numa melhor percepção da realidade deste, analisando os reais problemas e não focarem as suas atenções em subterfúgios. É obrigatório ouvir a população. É ela quem realmente sofre com os problemas do Município.

b) Uma ideia para aprofundar a democracia:

Uma Democracia não tolera o Imperativismo. Desta forma, é necessário criar uma fonte de divulgação realmente séria e independente que alerte a população para os problemas quotidianos do Município, não sendo esta influenciável pelos órgãos Municipais.

c) Uma ideia para construir uma sociedade mais solidária:

Criar uma sociedade municipal mais solidária passa, fundamentalmente, pela promoção e criação de centros de dia inovadores, tal como a junção de idosos com as crianças e os jovens nesses mesmos e, urgentemente, o apoio ao serviço voluntário que seja devidamente compensado monetariamente.


3 - Propostas de actuação para empresas e sociedade civil

a) Uma ideia para reforçar a liberdade:

A base de uma Empresa e de uma Sociedade Civil é a confiança. Baseando o nosso pensamento nesta máxima, estas devem promover positivamente os índices de confiança mútua. Se o empregado tiver a mesma confiança com o empregador que tem com outro de igual cargo, os índices de trabalho crescerão repentinamente. A confiança é a mais forte aliada do trabalho.

b) Uma ideia para aprofundar a democracia:

A burocracia é necessária e fundamental. Indiscutivelmente, tudo que é levado ao extremo assume-se como carácter negativo. É abominável a burocracia excessiva e a utilização da hierarquia como fuga ás responsabilidades. Se a quantidade de burocracia diminuir consideravelmente em alguns aspectos, as Empresas e a própria Sociedade Civil viverá melhor, mais confiante e autodidacta.

c) Uma ideia para construir uma sociedade mais solidária:

Neste tópico a proposta é sucinta. Apenas existirá uma sociedade mais solidária quando a confiança aumentar de nível. Infelizmente, aliado á crise Económico-Financeira, os índices de confiança mergulharam num autentico mar inexplorado. Aumentar a confiança é fundamental. Na minha óptica, é o pilar de qualquer democracia que tenha como base objectiva o sucesso.

É desta forma que posso presentear Portugal com o meu contributo. Espero que adiram a esta ideia e incentivem todos a dar uma solução, por mais ínfima que seja.

Um bem haja,

Marco Dias Rodrigues.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

A Crise Económico-Financeira e a Questão Social.

Atravessamos uma época especialmente controversa. Caracterizo-a assim uma vez que, indiscutivelmente, a crise Económico-Financeira que afecta a Sociedade Internacional reflecte-se no panorama Socio-Económico.

Diariamente fomos e somos confrontados cada vez mais com dados inevitavelmente correctos relativamente aos índices de natureza Económica que apontam forçosamente para uma Economia recessiva a longo prazo, para uma deflação e desinflação agravada e, involuntariamente, para um decrescimento acentuado dos índices de confiança Económicos. Efectivamente, se transpormos estes dados para um outro panorama e reflectirmos, chegar-se-á á conclusão que uma área fortemente afectada por estes índices e algo desmistificada é, infelizmente, a Social.

Objectivando, se estes índices não se normalizarem, nomeadamente o de confiança Económica ( Expressando a minha opinião, considero o carácter desta crise Económico-Financeira como o desmoronamento dos índices de confiança, primeiramente a nível financeiro (Bancos, Mercados de Capitais, Bolsa) e seguidamente a nível Económico (Desemprego, Falências de Empresas e falta de investimento Público e Privado)), seguir-se-á, indiscutivelmente, uma quebra acentuada da confiança pessoal, permitindo desta forma um aumento dos índices de revolta Social que, forçosamente, suprirá o poder Governamental, tornando este insustentável, qualquer que sejam os seus ideais políticos. É necessária uma reforma a todos os níveis, começando desde já pela Financeira, desde a injecção de capitais a nível empresarial e bancário ao investimento no sector Público e Privado (Infraestruturas, Exportações) chegando á Económico-Social, desde o controlo da Inflação, Impostos, Subsídios, IVA e IRC, com o objectivo de a médio-longo prazo se começar a reconfigurar estes mesmos índices de confiança.

Um bem haja,

Marco Rodrigues.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Crise Político-Governamental.

Boa Noite,

Ao que pude averiguar, supostamente um debate sobre a Nação teria sido proposto por Manuela Ferreira Leite a José Sócrates. Para meu espanto terá sido recusado.

Noutra perspectiva, Gonçalo Amaral será o futuro candidato PSD à Câmara Municipal de Olhão.

E como para bom entendedor meia palavra basta, não será necessário tecer qualquer opinião sobre ambos os temas.


Um bem haja!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Uma palavra para 2009.

Inicia-se em 2009 mais uma etapa, por muito mínima que a possam considerar. A entrada de um novo ano é para todos um sinónimo de esperança, de vontade de mudar algo. Embora seja legítimo e de certa forma necessária esta sensação, não podemos, de alguma forma, esquecer que estamos a viver a pior crise internacional Económico-Financeira que, indiscutivelmente, está a afectar o panorama Social. Com toda esta negatividade gerada pela especulação presente na nossa estrutura económica é, imperativamente fulcral, implementar no nosso quotidiano uma palavra - Prudência.
Eu elejo esta a palavra do ano pelos mais diversos e importantes factores. No panorama Económico-Financeiro internacional, para retomar o crescimento deste, torna-se importante fomentar a capacidade de investimento (Bolsas, infraestruturas, etc) dos órgãos governamentais internacionais mas com ponderação. Estamos em tempos de risco e isso não nos permite arriscar sem que tenhamos certezas de retorno. O mesmo se aplica aos investidores casuais e aos novos. Antes de investir, recomenda-se uma avaliação fria e calculista do lucro que esta poderá ter a médio-longo prazo.
Relativamente á população em geral é necessária outra visão. Recorrer cada vez menos ao crédito é uma medida fundamental para tornar o endividamento menor e aumentar a liquidez bancária. Na minha opinião, eu aconselho vivamente o investimento em infraestruturas. A desvalorização de agora vai ser precedida de uma valorização significativa a longo prazo.
Em tom de conclusão, desejo a todos que tornem 2009 o ano em que a crise começou a ser realmente combatida e que o vivam aliados aos sentimentos de esperança e ambição.

Um bem Haja!