quarta-feira, 18 de março de 2009

Portugal - 3 destinatários, 3 temas, 3 propostas.

Caros leitores e colaboradores,

Num momento de crise Económico-Financeira e Social que abrange a sociedade internacional, resolvi investir noutro tipo de abordagem. Decidi apresentar algumas propostas visando diferentes temas e destinatários, baseado no exemplo de uma sugestão que a revista Visão nos presenteou.

1 - Propostas de actuação para o Governo e Parlamento

a) Uma ideia para reforçar a liberdade:

A Justiça não se coaduna com os criminosos impunes. É obrigatória uma "lavagem Jurídico-Cerebral" com o objectivo de reforçar a qualidade da justiça Nacional e Internacional de forma a que os resistentes a esta sejam julgados merecidamente.

b) Uma ideia para aprofundar a democracia:

Obrigatoriamente é necessário repensar, reformular e desincentivar críticas supérfluas actualmente utilizadas pelos mais diversos deputados da Assembleia da República, do Parlamento e do Governo vigente. O futuro do país não passa por criticar o próximo mas sim pela apresentação de propostas concretas afim de melhorar o enquadramento deste a nível internacional.

c) Uma ideia para construir uma sociedade mais solidária:

De acordo com o péssimo panorama social actual, torna-se fulcral aumentar o nível de apoio Governamental a nível Financeiro, reestruturando os fundos destinados a este e, indubitavelmente, implementar uma nova e futurista visão baseando-se no optimismo e empreendedorismo social.


2 - Propostas de actuação para os municípios

a) Uma ideia para reforçar a liberdade:

A melhor ideia para reforçar a liberdade por parte dos Municípios baseia-se unicamente numa melhor percepção da realidade deste, analisando os reais problemas e não focarem as suas atenções em subterfúgios. É obrigatório ouvir a população. É ela quem realmente sofre com os problemas do Município.

b) Uma ideia para aprofundar a democracia:

Uma Democracia não tolera o Imperativismo. Desta forma, é necessário criar uma fonte de divulgação realmente séria e independente que alerte a população para os problemas quotidianos do Município, não sendo esta influenciável pelos órgãos Municipais.

c) Uma ideia para construir uma sociedade mais solidária:

Criar uma sociedade municipal mais solidária passa, fundamentalmente, pela promoção e criação de centros de dia inovadores, tal como a junção de idosos com as crianças e os jovens nesses mesmos e, urgentemente, o apoio ao serviço voluntário que seja devidamente compensado monetariamente.


3 - Propostas de actuação para empresas e sociedade civil

a) Uma ideia para reforçar a liberdade:

A base de uma Empresa e de uma Sociedade Civil é a confiança. Baseando o nosso pensamento nesta máxima, estas devem promover positivamente os índices de confiança mútua. Se o empregado tiver a mesma confiança com o empregador que tem com outro de igual cargo, os índices de trabalho crescerão repentinamente. A confiança é a mais forte aliada do trabalho.

b) Uma ideia para aprofundar a democracia:

A burocracia é necessária e fundamental. Indiscutivelmente, tudo que é levado ao extremo assume-se como carácter negativo. É abominável a burocracia excessiva e a utilização da hierarquia como fuga ás responsabilidades. Se a quantidade de burocracia diminuir consideravelmente em alguns aspectos, as Empresas e a própria Sociedade Civil viverá melhor, mais confiante e autodidacta.

c) Uma ideia para construir uma sociedade mais solidária:

Neste tópico a proposta é sucinta. Apenas existirá uma sociedade mais solidária quando a confiança aumentar de nível. Infelizmente, aliado á crise Económico-Financeira, os índices de confiança mergulharam num autentico mar inexplorado. Aumentar a confiança é fundamental. Na minha óptica, é o pilar de qualquer democracia que tenha como base objectiva o sucesso.

É desta forma que posso presentear Portugal com o meu contributo. Espero que adiram a esta ideia e incentivem todos a dar uma solução, por mais ínfima que seja.

Um bem haja,

Marco Dias Rodrigues.

3 comentários:

Ricardo disse...

muito bem, nota-se iniciativa
vamos a ver se algum dia, se houver oportunidade, a iniciativa sera concretizada

porque "bla bla bla" esta o "povo" farto



para quando um relato de como um dia decidiste ajudar os "menos favorecidos"? isso era de louvar!

Anónimo disse...

. pois, falas, falas, falas...

Não te esqueças que se correr tudo como queres, daqui a uns anos também tomarás decisões políticas que mexem com a vida de muita gente. Não se trata da conversa furada e do fatinho bonito que se usa. trata-se das mãos que arregaçam mangas para ir ao trabalho. espero contar contigo e não leves isto como os miudos levam os famosos MUN.

leva isto a sério.

|obrigado, bem haja|

Marco Dias Rodrigues disse...

Eu não escrevo, argumento ou debato com o objectivo de brincar com o Português, como certas individualidades. Em tudo o que escrevo, analiso profundamente e tento ao máximo que estes artigos de opinião sejam levados em conta.

Os Portugueses estão fartos do "falar sem dizer nada", e eu como jovem Português também. É cansativo e medíocre esse tipo de discurso.

Cabe á Sociedade futura muda-lo. Adoptar uma veia cada vez mais empreendedora, com pés assentes na terra em todas as decisões que tomam.

A minha paixão por política é enorme e todos o sabem. Não a política demagoga e literária mas sim, a política dinâmica e criadora. Aí sim, digo que "arregaço as mãos para ir ao trabalho".

Em tudo o que participo, desde MUN's a conferências das mais diversas estirpes, passando pelo desenvolvimento académico, englobo-as dentro de um princípio de formação. Trabalho todos os dias com o objectivo de preparar-me ao máximo para um dia mais tarde sentir orgulho nas decisões que tomo, bem como a população alvo.

A política é o meu mundo, a minha envolvente. Nada mais a sério poderia levar do que ela.

P.S.: Requeria identificação. Obrigado.


Um bem haja,

Marco Dias Rodrigues