sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Educação, Economia & Sociedade.


O desenvolvimento Económico apenas é consentido aquando de uma organização educacional favorável ao desenvolvimento intelectual dos jovens.

Esta premissa assume-se como um dos factores mais importantes e fundamentais numa Sociedade que, indiscutivelmente, objective elevados índices de desenvolvimento Económico-Social. A questão de uma educação que baseie os seus princípios na exímia facilidade para com os seus estudantes, «vulgo» futuro de uma nação, nunca permitirá um desenvolvimento equilibrado desta, relativo aos índices de prosperidade Económica, bem como Social e Culturalmente.

Em tom de avaliação da perspectiva futura Nacional, o panorama encontra-se seriamente comprometido. É de realçar o facto da exigência na educação estar aquém do ambicionado, reflectindo-se seriamente nos índices de aproveitamento dos estudantes. Através desta falta de aproveitamento, a predisposição natural no âmbito do desenvolvimento intelectual individual, será completamente substituída pelo desperdício de capacidades. O factor Educação é o mais forte componente de uma sociedade e, se esta permite índices de aproveitamento negativos e/ou medianos, então estamos perante um descontrolo geracional.

Portugal, como país pertencente a uma comunidade que premeia vivamente o desenvolvimento intelectual das gerações vindouras, não deve permitir a si próprio uma estagnação. Esta incorrerá num colapso inter-geracional impressionante, derivado à discrepância sentida entre as gerações que agora ainda permanecem no controlo das organizações, para com as seguintes.

A Sociedade Internacional premeia quem realmente possuí as capacidade necessárias numa área em concreto. Dessa forma, Portugal tem que determinar um rumo diferente no contexto educacional, requerendo cada vez mais exigência das Instituições de Ensino, intermediadas pelos docentes, bem como o reforço da exigência Universitária, promovendo o espírito empreendedor de cada individualidade, reforçando sempre e, a um nível assíduo, a crescente valorização dos estudantes Nacionais, independentemente das áreas em questão.

Reavaliando toda esta perspectiva e realçando as soluções propostas, a educação em Portugal permanecerá, futuramente, na vanguarda do elitismo intelectual.


Um bem haja,
Marco Dias Rodrigues

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Cambridge International Model United Nations.


Foi com imenso orgulho e determinação que encarei a admissão da minha candidatura para representar o Fundo Monetário Internacional (FMI) no International Model United Nations, no comité ECOSOC, na Universidade de Cambridge. Decorreu no passado fim de semana e revelou-se extremamente profícuo e estimulante, bem como realmente motivador.

Um bem Haja,

Marco Dias Rodrigues

sábado, 4 de setembro de 2010

NESDULP - Núcleo de Estudantes Sociais-Democratas da Universidade Lusíada do Porto.

Dentro de pouco tempo o NESDULP - Núcleo de Estudantes Sociais-Democratas da Universidade Lusíada do Porto - será uma realidade. Novidades durante o mês presente.

Cumprimentos,

Marco Dias Rodrigues

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Os alicerces da Jovialidade.

O Futuro é uma consequência da incerteza das atitudes tomadas no presente. Desta forma, o passado constitui um poço de riqueza no que corresponde à experiência necessária, objectivando um futuro coeso e equitativo. Serve então para realçar a extrema importância que cada um de nós, jovens, temos na construção de uma sociedade menos reaccionária e desinteressada e sim numa Sociedade cada vez mais ampla a nível intelectual, proporcionando a criação de alicerces cada vez mais seguros. Assim, poderei afirmar que os Jovens são realmente o futuro de toda uma sociedade, «outrora» desmistificada.

Um bem Haja,

Marco Dias Rodrigues

quinta-feira, 8 de julho de 2010

A simetria de pensamento em 1931

"É impossível levar o pobre à prosperidade através de leis que punem os ricos pela sua prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa tem de trabalhar recebendo menos. O governo só pode dar a alguém aquilo que tira de outro alguém.

Quando metade da população descobre de que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população irá sustenta-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

É impossível multiplicar riqueza, dividindo-a.


Adrian Rogers, 1931

terça-feira, 6 de julho de 2010

Cambridge Model United Nations.


"Dear Marco Dias Rodrigues,

I am very pleased to say that you have a place as a delegate at the 16th Session of the Cambridge University International Model United Nations Conference, 26th - 28th November 2010."


Sem margem para dúvida que apreciarei cada momento desta conferência, aproveitando para enriquecer os meus horizontes nesta tão prestigiada Universidade.

Um bem Haja,

Marco Dias Rodrigues

quarta-feira, 30 de junho de 2010

O cúmulo Sócio-Económico.


A confiança das pessoas é algo tão facilmente moldável, originando assim, falhas constantes na organização do pensamento humano. A procura é relativa e a oferta interpretadora dessa mesma. A nossa insatisfação é constante, requerendo sempre mais até atingirmos o nosso máximo. A grande questão é que o máximo que a Sociedade Internacional atinge não tem proporções clarificadoras. Desta forma, o indivíduo vive constantemente acima das suas possibilidades Económicas e fundamentalmente Sociais. Ao interiorizar esta perspectiva, conclui-se que a ânsia do poder Social reflecte-se cada vez mais na natureza Económica, gerando uma maior controvérsia nesta questão.

A necessidade do ser humano superar-se socialmente, constitui na minha óptica, o maior alicerce de desequilíbrio. A cada vez mais notória paixão pela superficialidade, egocentrismo e leviandade não permite atingir o equilíbrio necessário entre a vida Social e Económica. Daí a nossa constante dificuldade em atingir o tal middle point.

Numa nota (in)conclusiva, a mais brilhante expectativa que poderei ambicionar é uma regressão consciente da Sociedade Internacional. O panorama vigente é cada vez mais representativo de uma ordem insustentável de vivência, alicerçado, infelizmente, numa contínua tentativa de maximização do seu estatuto inconsciente.

Um bem haja,

Marco Dias Rodrigues

quarta-feira, 16 de junho de 2010

A hipocrisia da Grécia.


A hipocrisia adjacente à inúmeras tentativas de fomentar a recuperação económica da Grécia. Uma voz coerente, directa, independentemente de qualquer ideologia partidária. Vale a pena repensar.
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The hypocrisy surrounding the numerous attempts to foster economic recovery in Greece. A coherent voice
, directly, regardless of any partisan ideology. It is worth rethinking.


Um bem haja,

Marco Dias Rodrigues

sexta-feira, 4 de junho de 2010

A questão da Regionalização e do Ordenamento do Território.


Aquando da abordagem do máximo interesse em desenvolver parâmetros concretos de capitalização de recursos favoráveis ao desenvolvimento do Ordenamento do Território, é peremptória a consciencialização da importância da Regionalização como factor base de procedimento.

É correcto afirmar que a Regionalização atrai sérios impactos positivos e negativos. Dependendo da posição e da opinião demarcada por cada um, um dos factores extremamente benéfico é o Ordenamento do Território. O Ordenamento do Território gerido individualmente através de regiões administrativas directamente responsáveis seria alvo de um superior impacto Económico, Ambiental e Social.

O pressuposto do Ordenamento do Território associado à Regionalização é a atracção de novos investimentos por parte das Regiões, significando assim um crescente «individualismo Regional». Este conceito permitirá um maior desenvolvimento das regiões e consequentemente criação do factor laboral.

No contexto Económico, este pressuposto assume toda a vertente positiva. De facto, o que une um Portugal não regionalizado é a busca por soluções equitativas de investimento em prol de um desenvolvimento fundamentalmente sustentável. No contexto jurídico, a situação é deveras mais complexa. Novas formas de aplicação legal deverão ser implementadas, não numa vertente de total organização Nacional, ou seja, a criação de uma legislação comum, mas sim a adopção de regulações próprias para cada Região, adaptadas consoante o seu contexto Económico, Social e Jurídico.

Esta última vertente é francamente importante uma vez que, «aquilo que alguns empresários e autarcas verdadeiramente desejam é viver num mundo perfeito sem outras regras que não as do interesse próprio. Na Suíça, quanto mais baixo é o nível de decisão, mais aportadas são as exigências ambientais aos investidores. Não é isso, porém, o que sucede entre nós. Nos últimos anos, os atropelos à legalidade em matéria do ordenamento do território têm sido uma constante, com resultados visíveis, principalmente, ao longo da costa portuguesa.”, Prof. A. M. Santos. Nabo.

Em tom de conclusão, através desta gestão regional do ordenamento do território, outros tipos de sectores serão francamente afectados, entre eles a gestão eficaz das políticas marítimas e dos recursos costeiros, a mobilidade e transporte, a gestão da água e energia, dentro do âmbito Sócio-Económico e, indiscutivelmente a promoção cultural, dentro do âmbito do desenvolvimento de processos de atracção das regiões.


Um bem Haja,

Marco Dias Rodrigues

domingo, 9 de maio de 2010

Dia da Europa - 9 de Maio


Hoje celebra-se o dia da Europa. Um dia em que a Democracia seguramente revela toda a sua importância na construção de um Planeta mais correcto, partilhado e equitativo. A Democracia é a arma dos poderosos, possuindo uma força inigualável comparativamente a outras tipologias de pensamento. Desta forma, agradeço a todos os cidadãos Europeus, sem desmérito de nenhum, pela constante unificação do pensamento Europeu.


Viva a Europa, viva a Democracia.

Um bem haja,

Marco Dias Rodrigues


quarta-feira, 24 de março de 2010



A simplicidade assenta num gesto único teu.


Marco Dias Rodrigues

quarta-feira, 3 de março de 2010

Model European Union 2010


É com imensa satisfação e orgulho que informo a minha eleição para representar a República Checa no Model European Union em Estrasburgo. Uma grande oportunidade bem como uma enorme responsabilidade.

Marco Dias Rodrigues

sábado, 20 de fevereiro de 2010

EU after the Crisis: Evolution or Revolution?


First of all, the purpose of the European Union is to promote the democracy and fundamentally better relationships between all the Countries in the World. For that reason, the entire crisis, the Economical and the Social, should be considered as an important factor of development. All crises are supported by the lack of assurance. Every institution is composed by individualities, so, if the credit between them is negative, certainly all adjacent subjects are going to be affected.

The EU is an example of belief, convictions, principles and opportunities. Therefore, the word revolution never is the better choice. The evolution of the democracy is, undoubtedly, the next step to a healthier world.

Evolution only can be considered if we can expand our intellectual capacity. Throughout history, technology has evolved the international mentality about all discussion points are now based on new assumptions, all crisis were controlled by newest organizational methods and, fundamentally, the democracy is mostly rooted in civilization. Synthesizing, we always seek for new paradigms and, surely, this is called evolution.

The great issues about the crisis are the consequences of them. Do we have the necessary knowledge to assimilate all the lessons of them? Can we base our actions in history? These are two questions to assimilate and discuss.

The word revolution never answers to both questions. In almost every revolution, the consequences are disastrous and history confirms that theory. However, if we base our discussions in an intellectual perspective, we can solve every problem in the world. Concluding, if we are talking about evolution, we need to base our discussion in a rational view.

In conclusion, European Union is an example for every Nation in the World, and for that reason needs to understand and internalize that, after every single consternation or crisis, we need to learn with them in order to become more auto-sufficient. This is called evolution.

Excerto pessoal.

Marco Dias Rodrigues


sábado, 23 de janeiro de 2010

Portugal - O problema Europeu.

Um artigo do “Der Spiegel” online considerou Portugal «um dos maiores problemas da zona Euro», mencionando o risco do país estar a entrar num processo de «morte lenta». O texto alerta para a possibilidade de «a crise grega» alastrar a outros países europeus enfraquecidos pela crise, incluindo Portugal.

De acordo com o jornal alemão, Portugal corre mesmo o risco de ver agravada a sua «dignidade de crédito» por parte das agências de rating como a Moody's. O órgão de comunicação refere-se à necessidade de produzir reformas, que já foram exigidas por «alguns peritos» de forma a evitar uma «nova edição do desastre grego».

À crise financeira, junta-se o «desassossego político» no país, devido a episódios de «corrupção» como o caso «Face Oculta».

O site alemão conclui, no entanto, que o primeiro-ministro português, José Sócrates, «não perdeu o optimismo».

In http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=1477190