domingo, 13 de março de 2011

Programa Económico.


O programa Económico do Partido Social Democrata foi servido pela inspiração de 55 Empresários e Gestores de Empresas, exemplificando Américo Amorim, Paulo Azevedo, Faria de Oliveira e Horta Osório, com um vasto e considerável suporte a nível Nacional, bem como Internacional.


As medidas fundamentais são:


- Flexibilização do trabalho e redução da taxa Social única.

- Redução do IRC e aposta na cobrança do IVA - Maior tributação ao consumo, suportando a diminuição da carga fiscal sobre o rendimento.

- Criação de um cheque-ensino e escola privada com opção.

- Privatização da RTP1, concessão da RTP2 e encerramento da RTPN.

- Reforço da gestão privada dos Hospitais.

- Extinção massiva de Empresas Públicas.

- Reduções significativas nas Câmaras, Freguesias e Deputados (150 a 180).

- Nomeação de Embaixadores Políticos com perfil de Gestão.

- Remuneração de Juízes em função da sua produtividade.

- Fim das Golden Shares.

- Introdução de mais gestão privada (Contratos de gestão ou privatização de unidades), com o objectivo de garantir melhor concorrência e comparabilidade no sector.

- Realização de permanentes Roadshows junto dos credores da dívida do estado e das agências de Rating.

- Concentrar a actividade do Estado na Economia cada vez mais no papel de Regulador/Pagador. Quanto ao papel do prestador, concentrar-se no que os privados não fazem.

- Diferendos Fiscais contra ou a favor do Estado que demorem mais de três anos a serem decididos devem passar para tribunais arbitrais.

- Envolver o sector empresarial na Educação Superior.

- Criar um regulador das Escolas com o objectivo de permitir antecipar os ganhos de performance à medida que o Estado se retira da Gestão directa da Educação.

- Baixar os Impostos sobre os lucros empresariais em vez de atribuir subsídios.

- Redução do prazo dos pagamentos do estado de 180 para 30 dias (Similitudes com os EUA).

- Incentivar Empresas Nacionais com filiais estrangeiras a conduzir para Portugal os lucros declarados no exterior.

- Diminuir a taxa de Economia Paralela (20%), aceitando deduções em sede de IRS de gastos com empregados, obras e outros expedientes que, normalmente, ficam fora da contabilidade oficial.

- Criar regime especial de promoção da contratação de Jovens e desempregados de longa duração.

- Atribuir subsídio de desemprego nas rescisões por mútuo acordo.

- Promover negociações directas entre Sindicatos e Associações patronais, sem intervenção do Governo, recorrendo-se a juízes arbitrais aquando da não celebração do acordo.

- Criação de benefícios fiscais a Empresas que aproveitem pessoas com experiência e mais de 50 anos e que estejam no desemprego, organizando-os no pap,el de «Board Advisers» nas PME.

- Garantir o fim das SCUT o mais rapidamente possível.

- Promover a exportação do Know-how.

- Estimular o pagamento de Importações com Exportações. Servindo de exemplo, a colocação do Estado na triangulação das exportações para Angola, por forma que Angola pague em Petróleo para a GALP.

- Aceitar fusões que resultem numa quota de mercado acima dos 50%, desde que haja livre acesso aos mercados.

- Vender o negócio dos seguros da Caixa Geral de Depósitos (CGD).


Sem margem para qualquer dúvida, considero um franco e enorme passo para a consolidação das contas públicas, objectivando sempre a melhoria das condições Económico-Financeiras do nosso País, Portugal.


Um bem haja,

Marco Dias Rodrigues

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Forever Young.



Um hino ao ao espírito jovial de cada um de nós. Um simples pensamento, uma pequena convicção, um objectivo pontual são o mote fundamental para atingir o sonho.

Acredita em ti e na tua capacidade de vencer. Eu acredito.


Marco Dias Rodrigues

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Morte e Ressurreição de John Maynard Keynes.


Aqui prende-se o objectivo da União Europeia relativamente aos países do Sul da Europa que apresentam um alto défice e dívida pública. Necessitando estes países, fundamentalmente Portugal e Espanha, de políticas expansivas, nomeadamente na maior abertura ao investimento e iniciativa individual, bem como na diminuição de impostos, estes deparam-se com a firmação do pacto de estabilidade protocolado, impondo-se políticas Económicas restritivas, perpetuadas pelo aumento dos impostos e diminuição de subsídios, bem como a restrição ao investimento, através da falta de acesso ao crédito.
Urge o facto de rever o objectivo do pacto de estabilidade e crescimento (PEC), incidindo este fundamentalmente nas necessidades dos países em questão, uma vez que existem duas forças na zona Euro. Essas forças distinguem-se, muito francamente, pelo valor acrescentado da sua indústria. Efectivamente, quando existem Nações em que quase praticamente a sua fonte Económica advém da prestação de serviços concorrendo directamente com indústrias firmadas, é de notória conclusão que a zona Euro organiza-se de uma forma dividida.


Marco Dias Rodrigues