Aqui prende-se o objectivo da União Europeia relativamente aos países do Sul da Europa que apresentam um alto défice e dívida pública. Necessitando estes países, fundamentalmente Portugal e Espanha, de políticas expansivas, nomeadamente na maior abertura ao investimento e iniciativa individual, bem como na diminuição de impostos, estes deparam-se com a firmação do pacto de estabilidade protocolado, impondo-se políticas Económicas restritivas, perpetuadas pelo aumento dos impostos e diminuição de subsídios, bem como a restrição ao investimento, através da falta de acesso ao crédito.
Urge o facto de rever o objectivo do pacto de estabilidade e crescimento (PEC), incidindo este fundamentalmente nas necessidades dos países em questão, uma vez que existem duas forças na zona Euro. Essas forças distinguem-se, muito francamente, pelo valor acrescentado da sua indústria. Efectivamente, quando existem Nações em que quase praticamente a sua fonte Económica advém da prestação de serviços concorrendo directamente com indústrias firmadas, é de notória conclusão que a zona Euro organiza-se de uma forma dividida.
Marco Dias Rodrigues


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